Mortes por afogamento sobem 13,5% no Paraná em 2018

Mortes por afogamento sobem 13,5% no Paraná em 2018

Dados levantados junto ao Corpo de Bombeiros apontam que as mortes por afogamento aumentaram 13,5% no estado. Até a primeira quinzena de novembro, foram 101 óbitos em 696 ocorrências. No mesmo período do ano passado, os bombeiros registraram 89 mortes em 1.608 atendimentos.

Os casos mais recentes, inclusive, servem de alerta para a população. É que os meses de dezembro, janeiro e fevereiro concentram até 89% dos casos de afogamento no Estado. Isso acontece porque esses meses marcam a entrada da estação mais quente do ano, o verão, quando as pessoas buscam rios, cavas e as praias para “espantar” o calor. 

A maior parte das tragédias, inclusive, são registradas justamente em cavas e vitimam principalmente homens com idade entre 16 e 23 anos. Nadar nesses lugares pode ser perigoso, já que não há como saber qual é o relevo do local escolhido para banho, além de poder haver buracos, galhos, limo ou outros obstáculos que dificultam ou impedem a saída da água.

Alerta

Nadar em rios e lagos impróprios para banho é tão perigoso quanto se arriscar no mar sem a presença de salva-vidas. A prática de nado nos parques municipais e nas cavas está proibida, pois estes locais não contam com acompanhamento de profissional habilitado para salvamentos.

A Defesa Civil alerta os pais e responsáveis para ficarem de olho nas crianças e adolescentes, evitando acidentes. 

Em caso de afogamentos e emergências, deve-se acionar imediatamente o Corpo de Bombeiros (193) ou a Defesa Civil (199).

(Bem Paraná)

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